2018-07-16


Inhambane Último Dia


Foram 3540 Kms entre “Cape Town” e “Inhambane” com regresso a Joanesburgo.
Desde que deixei a Província de Inhambane o cenário foi mudando de gigantes planícies de Palmeiras para vilas mais povoadas com mercados atulhados de gente local.

 

 

 

 



Viajar por Moçambique é um “colorido” de emoções e sentimentos. As cores da bandeira estão um pouco por todo o lado, como é o caso dos “Táxis”, prova fiel desse orgulho de se ser Moçambicano!

 


O destino era definitivamente a fronteira e era preciso manter firme os objetivos para não ceder a tentações bem explícitas nas placas que iam surgindo pelo caminho...

 

 

Os últimos Kms para a fronteira são estradas de alcatrão abertas com largas avenidas que convidam a andar. Os sinais do perigo são porém bem evidentes e imagens destas não são raras.

 


Finalmente a fronteira onde tinha chegado há uns dias atrás e onde tudo tinha sido simples com vistos e documentos da “BABY GS”. Assim voltou a ser e em poucos minutos estava novamente em Terra de Mandela!

Aqui do lado de Moçambique...

 

 

E já do lado da RSA...

 

 

Novamente a passar junto ao “Kruger Park” encontrei mais um sinal que “felizmente” não encontro todos os dias...

 

 

A noite caiu a 230 Kms da meta e implicou uma dormida em “eNtokozweni” onde mais uma vez e enquanto jantava sozinho à lareira (lá fora estava 1 grau), conheci outro motard Sul Africano chamado André Kruger, um grande viajante e um grande conhecedor de África. Deixou-me a sonhar com a Namíbia!!!

 

 

O dia seguinte só tinha um objetivo, embora ainda tenha feito alguns Kms pelo centro de Joanesburgo, cidade onde já tinha estado e onde apesar do peso da sua história, nomeadamente no que diz respeito ao “Apartheid”, não me cativa particularmente. Assim a meta cumpriu-se com a devolução da minha grande companheira de viagem, que merecerá um “post” exclusivo já amanhã.

 

 

Amanhã também vou publicar o 1.º de 4 pequenos vídeos com imagens extraordinárias de Inhambane, onde aconselho, façam as malas e partam à descoberta, imagens sonorizadas com recolhas de áudio que fiz com os “Músicos de Inhambane”. Com os “Timbileiros” em Zavala filmei ainda uma refeição gastronómica que vi preparar e degustei, numa aldeia sem luz elétrica, com uma família local. Está o convite feito para cá voltarem de 2.ª a 6.ª e concluírem esta viagem que tive o prazer e a honra de partilhar com todos vocês!
Um abraço.
Até já!




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